terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Caçada aos muçulmanos brasileiros


"Ó fiéis, amparai-vos na perseverança e na oração, porque Deus está com os perseverantes." (2:153)



“Allah ama os perseverantes.” 3:146

Nosso irmao Kayke Luan Ribeiro Guimarães, de 18 anos, preso na Bulgária acusado de querer viver no estado islâmico, foi extraditado à Espanha e já prestou o primeiro depoimento à justiça espanhola.
inda segundo a Audiência Nacional, Kayke foi encaminhado para o Centro Penitenciário Madrid 5, em Soto del Real, onde esperará julgamento.
Goiano nascido da cidade de Formosa, a 75 km de Brasília, ele vive há cerca de dez anos em Terrassa, subúrbio de Barcelona. Segundo os Mossos d’Esquadra, a polícia catalã, o jovem vinha sendo investigado desde junho por frequentar jummah nos arredores da capital.nossas salat duaa a ele e nosso irmão Brian De Mulder, fica nossa mágoa. estamos sendo caçados e  condenados à rivélia de uma justiça cruzada sionista com à prisão perpétua do medo nos corações dos irmãos fracos no din.

“Certamente que vos poremos à prova mediante o temor, a fome, a perda dos bens, das vidas e dos frutos. Mas tu (ó Mensageiro), anuncia (a bem-aventurança) aos perseverantes” Al Bacara 155

A Mídia tem um papel importante nesta guerra em todos os niveis e em toda sociedade. Através desse mecanismo essas instituição  dos cruzados sionistas incute na população uma consciência, uma cultura, uma forma de agir e de pensar que coloca em cheque todos os irmaos .
O estado islamico desperta curiosidade na população por apresentar uma ameaça da . A mídia atua explorando essa fragilidade humana estimulando a sensação de insegurança. A televisão tornou-se um fenômeno em massa,  com isto, também cresce a sensação de medo e insegurança em toda população.

Por nos encontrarmos em uma crise de credibilidade política, os telejornais procuram outras categorias informativas para traduzir o interesse da sociedade — geralmente notícias violentas. Assim, a curiosidade pela narração do crime e suas possíveis consequências acabam por ser uma das causas de uma nova cultura de violência, em que essa aparece como um fato normal, corriqueiro, que faz parte do cotidiano.
Não há com um grau de certeza a confirmação de que os meios de comunicação influenciem na opinião pública, o fato é que existe uma influência mútua entre o discurso sobre o crime — atos violentos — e o imaginário que a sociedade tem dele e entre as notícias e o medo do delito. Com isso, pode-se sustentar que existe uma relação sólida entre as ondas de informação e a sensação de insegurança.
A televisão se tornou um eletrodoméstico indispensável em qualquer lar e, hoje, informar é fazer assistir. Quando a transmissão é ao vivo, as imagens passam uma veracidade ainda maior aos telespectadores que deixam de lado as possíveis consequências do fato noticiado.
Em uma sociedade como o Brasil, com altos índices de criminalidade, acabam por encontrar um mecanismo de escape na tela da televisão. Conforme relatam Cristiano Luis Moraes e Marlene Inês Spaniol, os medos passam a ser dramatizados em histórias de vingança e de criminosos que são levados aos tribunais e posteriormente à prisão. Isso leva a sociedade a reagir contra o crime como se ele fosse um drama humano, levando-nos a crer que os delinquentes são em maior número e praticam mais delitos do que realmente o são.

A origem do Medo

Desde muito pequeninos aprendemos a temer o medo e a confiar em celestiais criaturas e muitos passam a serem nossos monstros, concepções imaginárias que nos assombram em um quarto escuro, em um sonho, em uma visita ao médico ou dentista, em situações que estamos longe de nossos genitores e nos sentimos ameaçados. No início de nossa existência tudo é seguro, puro e invisível aos olhos. À medida que nos tornamos maiores – criança, adolescentes, jovens, adultos e idosos – o medo passa a ser um de nossos principais inimigos e será ele que, em muitos momentos, nos impedirá de seguir nossos sonhos, de arriscar uma tentativa ou de fazer uma mudança radical. O medo passa a ser parte de nossa vida e em tudo que fazemos sempre estará presente de alguma forma e por algum motivo. Assim, aprendemos a temer o medo.
Segundo Bauman (2008, p. 8), medo é o nome que damos a nossa incerteza: nossa ignorância da ameaça e do que deve ser feito. Vivemos numa era onde o medo é sentimento conhecido de toda criatura viva.
Boldt (2013, p.96) assinala
Tema central do século XXI, o medo se tornou base de aceitação popular de medidas repressivas penais inconstitucionais, uma vez que a sensação do medo possibilita a justificação de práticas contrárias aos direitos e liberdades individuais, desde que mitiguem as causas do próprio medo.
O medo pode surgir das mais variadas maneiras e nascer de qualquer canto de onde vivemos, inclusive, em nossos próprios lares. Temos medo de comida envenenada, de perder o emprego, de utilizar transporte público, de pessoas desconhecidas que encontramos na rua, de pessoas conhecidas também, de inundações, de terremotos, de furacões, de deslizamento de terras, da seca. Temos medo de atrocidades terroristas, de crimes violentos, de agressões sexuais, de água ou ar poluído, de entrar na própria casa e de sair dela, de parar no semáforo. Temos medo da velhice e de ficarmos doentes, de sermos ameaçados, furtados ou roubados. Temos medo da bolsa de valores e da crise econômica. Temos medo de voar de avião. São tantos os nossos medos que não caberia aqui relatarmos todos.
Para Bauman (2008, p.18), riscos são perigos calculáveis. Uma vez definidos dessa maneira, são o que há de mais próximo da certeza. Ou seja, o futuro é nebuloso e as pessoas não deveriam se preocupar em vencer ou não qualquer situação de risco porque, talvez, nunca se chegue a enfrentá-la. Mas, deve prever e tentar evitar oferecendo a si mesmo um grau de confiança e segurança, ainda que sem garantia de sucesso.
A mídia pode ser considerada aqui uma causadora da proliferação do medo na sociedade, pois o medo deixou de relacionar-se a estórias de contos e mitos, da imaginação durante reuniões de família, para ser um aglomerado de imagens e informações que a televisão transmite todos os dias dentro de cada lar e para todas as famílias. A sociedade deixou de imaginar os contos para viver na realidade concreta as situações que são transmitidas através dos telejornais e programas de entretenimento.
O mundo líquido mostrado por Bauman é uma espécie de irrealidade dentro da qual estamos mergulhados, um mundo de aparência absoluta, de ameaças que quase nunca se configuram reais, mas que nos são mostradas cotidianamente, principalmente pela mídia. Diante disso, ele expõe o medo como uma forma inconstante. Podemos ter medo de perder o emprego, medo do terrorismo, da exclusão. O homem vive numa ansiedade constante, num cemitério de esperanças frustradas, numa era de temores.
E, assim, passamos a construir inimigos e fantasmas, nos deixando levar por todo tipo de informação que nos é imposta sem nem ao menos questionar a real veracidade dos fatos. É inegável que vivemos em uma sociedade violenta, com altos índices de barbáries, mas o problema não está na prevenção de possíveis ameaças, mas em considerar que tudo e todos possam ser ameaçadores. Ou seja, viver em alerta constante, excluindo pessoas e julgando indivíduos sem nem ao menos conhecer por medo do perigo que esse indivíduo possa lhe trazer.
O sentimento de insegurança não deriva tanto da carência de proteção, mas, sobretudo, da falta de clareza dos fatos. Nessa situação difunde-se uma ignorância de que a ameaça paira sobre as pessoas comuns e do que deve ser feito diante da incerteza ou do medo. A consequência mais importante é uma crise de confiança na vida, uma vez que, o mal pode estar em qualquer lugar e que todos podem estar, de alguma forma, a seu serviço, gerando uma desconfiança de uns com os outros.

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A influência da mídia e sua relação com o medo

A mídia tem por objetivo atender as expectativas imediatas dos indivíduos. Ela pode ser definida como o conjunto de meios ou ferramentas utilizados para a transmissão de informações ao público assumindo um papel muito importante na formação de uma sociedade menos conflituosa. Porém, em uma realidade complexa como a nossa, a mídia desempenha um papel garantidor da manutenção do sistema capitalista, fomentando o consumo, ditando regras e modas e agindo sobre interesses comerciais.
A mídia notoriamente tem papel importante na conjuntura social atual, pois exerce influência em todos os campos, seja na família, na política e na economia, incutindo na população uma forma de agir e pensar importante para a manutenção da ordem.
A mídia, quando tomou corpo de mercadoria, era disponibilizada somente para as famílias mais abastadas. Aos poucos esse público foi sendo ampliado e o acesso a esse tipo de informação chegou também à população menos favorecida ocasionando o que temos hoje, um público em massa dos meios de informação através, principalmente, da televisão.
Schecaira (apud BAYER, 2013) entende que a mídia é uma fábrica ideológica condicionadora, pois não hesitam em alterar a realidade dos fatos criando um processo permanente de indução criminalizante. Assim, os meios de comunicação desvirtuam o senso comum através da dominação e manipulação popular, através de informações que, nem sempre, são totalmente verdadeiras.
Com isso, propagando o medo do criminoso (identificado como pobre), os meios de comunicação aprofundam as desigualdades e exclusão dessa parcela da sociedade, aumentando as intolerâncias e os preconceitos. Utiliza-se do medo como estratégia de controle, criminalização e brutalização dos pobres, de forma que seja legitimo as demandas de pedidos por segurança, tudo em virtude do espetáculo penal criado pela imprensa.
Criam-se normas penais para a solução do problema, porém, o Direito Penal passa a ser apenas um confronto aos medos sociais, ao invés de atuar como instrumento garantidor dos bens juridicamente protegidos.
Hoje, vivemos em constante situação de emergência e deixamos de perguntar pelo simples fato de estar provada a barbaridade dos outros. A partir daí, muros são construídos para separar a sociedade. Há muros que separam nações entre pobres e ricos, mas não há muros que separam os que têm medo dos que não têm (COUTO, 2011).
A manipulação das notícias através dos meios de comunicação aumentam os medos e induzem ao pânico, reforçando uma falsidade à política criminal e promovendo a criminalização e repressão, ofertando ao sistema penal uma legitimação para uma intervenção cada vez mais repressiva, criando um verdadeiro Estado Penal.
A mídia exerce influência sobre a representação do crime e também do delinquente em razão do constante destaque que se dá aos crimes violentos. Assim, a mídia vai colaborando o processo de construção de “imagem do inimigo” – no Brasil quase sempre como dos setores de baixa renda – mas também auxilia na tarefa de eliminá-los, desconsiderando da ética e justificando a opressão punitiva.
Através de uma seleção de conteúdos a mídia tem o poder da construção da realidade, que é um poder simbólico. Esse poder simbólico procura reproduzir uma ordem homogeneizada do tempo e do pensamento, com um único objetivo, a dominação de uns sobre os outros. Com isto, criam sujeitos incapazes de contestar o que se lhes é apresentado de forma a garantir a ordem, a torná-los submissos e dominados.
A mídia incute na sociedade uma política de higienização e rotulação dos desiguais que devem ser banidos da convivência social. Diante da propagação dessa política, cada vez mais os cidadãos são colocados diante de questões criminais que parecem nunca se resolver provocando uma sensação de intranquilidade e medo. Esse último, por sua vez, é agravado pela sensação de vulnerabilidade e de impossibilidade de defesa.

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“É admirável o caso do crente, pois tudo é bom para ele; e isso não ocorre com ninguém mais a não ser o crente. Se for objeto de um bem agradece e isto é um bem para ele. E se sofre uma desgraça se arma de paciência e isto também é um benefício para ele.”

A realidade entre medo e verdade

A frequente exposição da crescente criminalidade através da mídia cria um sentimento de insegurança irreal, sem qualquer fundamento racional.
Na realidade, o principal objetivo da mídia é chamar a atenção do público e obter lucro. Assim, a mídia passa a utilizar expedientes sensacionalistas com fatos negativos como crimes e catástrofes, disseminando um sentimento de insegurança no seio social, ocasionando o surgimento da cultura do medo e formando uma “Sociedade do Medo”. Ou seja, nem tudo que vimos nos telejornais são de extrema veracidade, grande parte desta informação tem uma intenção do porque ser transmitida e, essa intenção, estará sempre relacionada a um fim lucrativo e dominador social.
De acordo com Silveira (2013), para dar sustentação ao ciclo que por diversas formas fomenta o consumo e acarreta o lucro, a mídia, seguindo os ditames da indústria cultural, interage com o público receptador das informações de uma forma muito particular, visto que consegue se adaptar perfeitamente às mais diversas classes, idades e tipos de pessoas, buscando uma relação com o público médio.
Há mais medo do que medo propriamente dito. A televisão tenta retratar os fatos de forma a tornar a informação o mais real possível aproximando os acontecimentos do cotidiano das pessoas e fazendo-as crer que aquela situação de risco poderá acontecer a qualquer momento dentro de suas próprias casas, nos seus grupos sociais. Assim, os telejornais propagam informações sensacionalistas através da exploração da dor alheia, do constrangimento de vítimas desoladas e da violação da privacidade de algumas pessoas. Para chamar a atenção do público, ainda lançam mão de outros recursos semelhantes, como a incitação de brigas entre vizinhos nos bairros populares e os crimes de violências sexuais cometidos por membros de uma mesma família.
Desta forma, mesmo que estejamos mais seguros do que em toda história da humanidade, mesmo assim, as pessoas continuam a se sentir ameaçadas, inseguras e apaixonadas por tudo aquilo que se refira à segurança e à proteção. Isso se dá através do que Silveira (2013) chama de “cultura do medo”, ou seja, o que tem levado as pessoas a intensificarem suas próprias medidas visando uma suposta diminuição de vulnerabilidade, como a construção de muros e barreiras, assim como a se isolarem dentro de suas próprias casas, evitando sair a eventos e espaços públicos por medo da violência, o que configura uma mudança radical de comportamento, algo que beira a paranoia.
Esta forma de isolamento dos conflitos ocasiona uma espécie de divisão social, onde as pessoas economicamente privilegiadas passam a ocupar bairros considerados “nobres” e condomínios vigiados continuamente, restando para a camada mais pobre da população, territórios completamente negligenciados pelo Estado, locais em que a “elite” busca o distanciamento, diz Silveira (2013). E complementa ainda Silveira (2013, p. 300) que “O homem enfrenta grandes dificuldades em conseguir ver o outro como um semelhante e não como um concorrente a ser eliminado”.
Toda essa realidade que se forma na “cultura do medo” acaba por contribuir para o reforço dos preconceitos na esteira da ignorância e da insegurança. Com isso, cria-se a “Sociedade do Medo” aqui abordada que, além de cruel e preconceituosa, passa a ser ignorante e submissa a tudo que lhe é apresentado como verdade absoluta.
César Vinícius Kogut e Wânia Rezende Silva expõe que o medo é fenômeno de paralisação do senso normal da vida, altera relações de formas e espaços, traz à tona uma imagem duvidosa, reflete insegurança, tristeza e dá noção de fragilidade. Por isso, uma das missões fundamentais do Estado deveria ser realizar ações para minimizar problemas e reduzir o medo proporcionando à população uma melhor qualidade de vida, libertando os indivíduos desse sentimento para que vivam em segurança.
Saber que este mundo é assustador não significa viver com medo. Nossa vida está longe de ser livre do medo, assim como, livre de ser livre de perigos e ameaças, porém, não podemos permitir que o que vimos na TV influencie nossa vida a ponto de pararmos de viver, a ponto de guardarmos sonhos que gostaríamos de realizar ou de nos impedir de promover uma mudança. Não devemos nos preocupar com o que ainda não aconteceu, mas procurar sim evitar situações que possam nos colocar em risco e, até mesmo, nos proteger do perigo. Tudo, porém, sem permitir que o medo e a insegurança tome conta de nosso ser e do que somos.
Julga-se importante estabelecer os limites éticos da atuação da mídia, de forma que, respeitem a ordem legal, discipline as atividades e defina suas responsabilidades em relação às pessoas atingidas pela informação que se divulga, sem, é claro, que se perca o direito de informar e de ser informado. É preciso que a mídia banalize menos e instrua mais, sem decidir por si o que as pessoas devem pensar e a forma como elas devem agir em relação ao que foi noticiado.
Por vivermos em uma sociedade complexa, onde o Estado já não mais é capaz de cumprir com seu papel de proporcionar segurança à população, facilita ainda mais a instalação do medo inconsciente das pessoas.
Assim, resta à sociedade acreditar naquilo que é transmitido pela mídia e esperar por um futuro melhor, com menos violência e crimes hediondos. Até lá, a vida segue com uma completa divisão social, na medida em que a elite escolhe seus inimigos nas camadas mais pobres da população e continuam condenando aqueles que menos recursos têm: os já predestinados ao fracasso no sistema.
Como expõe Loïc Wacquant: “tranque-os e jogue fora a chave’ torna-se o leitmotiv dos políticos de última moda, dos criminólogos da corte e das mídias prontas a explorar o medo do crime violento (e a maldição do criminoso) a fim de alargar seus mercados”. Afinal, é esta política que ultimamente tem ganho voto e feito os políticos se elegerem.
Agora, quando os seus direitos e suas garantias fundamentais forem tiradas, só lhe restará sentar no meio fio e chorar, afinal, você pode ter legitimado tudo isso. Cuidado, muito cuidado.
Allahu akbar


"Amparai-vos na perseverança e na oração. Sabei que ela (a oração) é carga pesada, salvo para os humildes." (Alcorão 2:45)
Quantas vezes um pequeno grupo venceu outro mais numeroso, pela vontade de Deus, porquanto Deus está com os pacientes!” 2:249

sábado, 14 de fevereiro de 2015

Alistando-se no Califado



A viúva francesa fugitivo do irmão jihadista que baleados compradores em um mercado de Paris diz que está amando a vida no califado -
Seu coração estava queimando de desejo de se juntar aos seus irmãos e lutar contra os inimigos de Alá, Hayat Boumeddiene, 26, disse à revista francesa online do Estado Islâmico, Dar al-Islam, de seu marido, Amedy Coulibaly,  .
Seus olhos brilhavam cada vez que ele assistiu vídeos Estado islâmico e ele dizia: 'Não me que mostrar! porque ele fez querer partiu imediatamente .

Já e grande o interesse de irmãos que se junta a causa lutando  em prol do califado,  mais de 150 norte-americanos estão agora entre nos.
ISIS opera um "califado virtual 'on-line, California deputado republicano. Ed Royce disse quinta-feira, o recrutamento de estrangeiros em um" ritmo sem precedentes. " 
"Cerca de 20.000 combatentes estrangeiros de mais de 90 países agora compõem suas fileiras", incluindo pelo menos 3.400 do Ocidente e mais de 150 americanos, 'Royce disse durante uma audiência na Comissão de Relações Exteriores da Câmara, a que preside.
ISIS 'ocupa território do tamanho da Grã-Bretanha, detém cerca de US $ 2 bilhões em ativos, e acredita-se ser o califado  mais bem financiado na história. .

Um muçulmano tem que levantar-se para (o que é) certo

Douglas McCain era 33. Ele se converteu ao islamismo do cristianismo, depois da adopção de uma identidade no Facebook como 'Duale ThaslaveofAllah.' Sua biografia Twitter leia-se: "É o Islã por cima de tudo."

Muhumed disse à rede de rádio que ele e ISIS são 'rying para trazer de volta o khilaafa' - o califado, ou império islâmico. Ele também disse que "Deus ama aqueles que lutam por sua causa."








segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Autorização do califa



Irmãos de alto cargos  do califado vem tentando acabar com a confusão e muita conversa que sai em nome do califado, reprimir a contas de mídia social que pretendem falar em nome do  califado instaurado.
O Califa Abu Bakr al Baghdadi e seu porta-voz, Mohammad al-Adnani, disse que apenas quatro contas estavam autorizados a falar em seu nome com todas as mensagens futuras, de acordo com o tráfego de mensagens de mídia social . A breve aviso, que continha apenas uma dúzia de linhas, parecia vir em reação a confusão recente sobre o destino dos espiões dos infieis.
O califa Abu Baker Al Baghdadi e Shaykh Abu Mohammad al-al-Shami Adnani não têm contas em mídia social e Ninguém tem o direito de falar em nome do Estado Islâmico ou o seu Emir ou seu porta-voz.

O Califado tem um protocolo para liberar declarações "E qualquer coisa que não vem através dos canais aprovados não foi autorizada pela organização nos níveis mais altos. Isso não significa que o que sai através de canais não oficiais, está errado, só que ele não foi liberado para a divulgação.

Allah garante a vitoria. 

Allahu Akbar'

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Herdeiros da verdade




Foi na internet que uma pequena batalha se travou entre o jornal Le Monde e os hackers do chamado “Exército Eletrônico Sírio”, braço armado do regime de Bachar Al-Assad na web. A conta Twitter do jornal foi pirateada e os assinantes receberam mensagens e imagens entre as quais uma na qual se via um rebanho de carneiros com cartazes “Je suis Charlie”. A legenda dos hackers dizia: “A liberdade de expressão não é melhor que a liberdade de religião”.Em um longo texto, o Exército eletrônico de Assad denunciava ainda a hipocrisia dos países que vieram à marcha pela liberdade de expressão em Paris, mas “matam, torturam e destroem”. Para o “exército eletrônico”, o Le Monde condena o terrorismo na França mas o apoia na Síria.O texto fazia alusão ao fato de o jornal ter revelado a utilização de armas químicas pelo regime de Bachar Al-Assad em 2013. Antes de sua conta no Twitter, o próprio jornal online sofrera uma tentativa de ataque que foi neutralizada.Na cyber-jihad, as batalhas contra os khuffars e os jornalistas sensacionalistas ilusionistas não são mais devem ser travadas com Kalashnikovs somente, mais e precioso trabalho de cyber-mujahideens cada vez mais austuciosos e necessarios.

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quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Heliópolis Muçulmana




nossa fé que chegou no Brasil por nosso irmãos muçulmanos os males que a historia insiste em  oculta-los, vem crescendo no Brasil e especialistas já tratam como fenômeno religioso o fato de um grande número de brasileiros ascenderem ao topo da hierarquia de entidades muçulmanas.
“Em algumas cidades, como Salvador e Recife, centros islâmicos que historicamente eram presididos por muçulmanos de origem árabe hoje têm brasileiros ocupando o posto”, afirma o sheik sírio Jihad Hassan Hammadeh, que preside o conselho de ética da União Nacional Islâmica (Uni).
O soteropolitano Wilton José de Carvalho é um exemplo desse novo cenário, católico praticante ele foi apresentado ao islã por um amigo em 1990. Desde então, já como Yussuf, junto com o amigo e outros quatro brasileiros e três africanos, passaram a se reunir e fazer orações em uma pequena sala alugada no centro de Salvador. Em 1994 o grupo se mudou para um imóvel comercial e fundaram o Centro Cultural Islâmico da Bahia. Na instituição, o baiano foi diretor patrimonial, passou pela vice-presidência e é, desde 2010, o primeiro brasileiro a comandá-la.
Segundo dados da Uni, em aproximadamente dez anos o número de mesquitas saltou de 70 para 115. Nesse mesmo intervalo, triplicou a quantidade de sheiks que falam português. E não é só isso, os brasileiros não só ascenderam ao topo da hierarquia de instituições já estabelecidas como têm erguido novos espaços religiosos.

“No Nordeste, entidades islâmicas estão sendo criadas por brasileiros cuja adesão à religião não vem de berço”, afirma o antropólogo Paulo Hilu, que dirige o Núcleo de Estudos do Oriente Médio da Universidade Federal Fluminense (UFF).
A propagação de templos islâmicos também tem adeptos em São Paulo, onde o ex-evangélico Cesar Mateus Rosalino, hoje muçulmano sob o nome de Kaab Al Qadir, construiu uma mussala (sala de reuniões) na favela Cultura Física, em Embu das Artes. No local, que ganhou o nome de mussala Rahmah, Kaab exibe uma barba comprida digna de um muçulmano padrão e conta que recebe aproximadamente 20 pessoas em algumas reuniões. O local já contou, inclusive, com a presença de um sheik moçambicano.
Para a coordenadora do Grupo de Antropologia em Contextos Islâmicos e Árabes, Francirosy Ferreira, um dos principais fatores que impulsionam o avanço da religião no país é a maior frequência do uso do português no dia a dia de mesquitas, entidades islâmicas e mussalas.
“Há mais líderes falando e ensinando o islã em português. Isso ajuda no entendimento e divulgação da religião”, afirma a professora de antropologia do departamento de psicologia social da Universidade de São Paulo (USP).


irmaos convertidos de Capão redondo se junto a nossa pequena comunidade de Heliópolis, para salat jummah desta sexta feira, 
'Redondinhos', projetados pelo arquiteto Ruy Ohtake, simbolizam a urbanização de Heliópolis: PT manterá os avanços? 

Com cerca de 150 mil habitantes, maior do que grande parte dos municípios do interior brasileiro, Heliópolis já pode comemorar, enfim, sua emancipação à categoria de bairro na cidade de São Paulo. A região, que abrigava uma das maiores favelas do Brasil, sentiu os efeitos de uma exitosa política pública levada a cabo nos últimos anos pela prefeitura de São Paulo, em parceria com o governo do Estado, em um esforço conjunto que melhorou a qualidade de vida da população local.   

Entre as maiores conquistas, está a ampliação de 5% para 95% da cobertura da rede de esgoto e saneamento, alcançada durante a gestão de José Serra (PSDB). Além disso, o poder público regularizou instalações de energia elétrica, pavimentou ruas, construiu creches, postos de saúde e diversas unidades habitacionais.

Os famosos “Redondinhos”, projetados pelo arquiteto Ruy Ohtake, estão entre os benefícios do premiado Programa Municipal de Urbanização de Favelas aplicado em Heliópolis. O projeto recebeu 11 prêmios, entre eles o Scroll of Honour, o mais significativo e importante na área de habitação, concedido em setembro deste ano pela agência da Organização das Nações Unidas para Habitação, além de ter sido destaque nas duas principais bienais de arquitetura do mundo, em Veneza, na Itália, e em Roterdã, na Holanda.

Mais do que transformar a infraestrutura desses locais, o programa de urbanização de favelas realizou uma verdadeira revolução na vida da comunidade, com o poder público devolvendo cidadania à população de Heliópolis. Isso se converte em desenvolvimento, fortalece a autoestima dos moradores do bairro, afasta os jovens da criminalidade e até mesmo valoriza os imóveis da região, conforme já noticiaram os jornais, entre outros benefícios. A estimativa é de que, ao final do programa, previsto para 2014, cerca de 15 mil famílias tenham sido beneficiadas.

Apesar do grande avanço dos últimos anos, todos sabemos que Heliópolis ainda sofre com graves problemas, como a vulnerabilidade social, a violência e as drogas. O poder público tem a obrigação de seguir trabalhando para intensificar as ações no combate a essas mazelas sociais. Minha grande preocupação, entretanto, é quanto à possível interrupção do bom trabalho que vem sendo feito pela prefeitura, agora que teremos uma nova administração na cidade. Cidadania, autonomia e respeito foram valores empregados no trato com a população local, que finalmente pode ter orgulho do lugar onde mora. E isso não pode ser desperdiçado.

A partir de janeiro de 2013, o PT assume o comando da cidade. O histórico do partido é de aparelhar governos, lotear cargos e, o que é gravíssimo, interromper ou abolir ações de administrações anteriores sem se preocupar com o sucesso que essas iniciativas alcançaram. Para piorar, o partido tradicionalmente adota medidas populistas ou assistencialistas e gasta rios de dinheiro com publicidade, propagandeando um discurso que não sai da retórica. Saberá o governo do PT preservar esse importante legado das últimas administrações e desenvolver programas para que Heliópolis continue progredindo de forma autônoma?

Pessoalmente, não tenho boas expectativas em relação ao governo do PT em São Paulo, principalmente se nos lembrarmos da sucessão de trapalhadas do prefeito eleito, Fernando Haddad, em seu período como ministro da Educação. Mas torço sinceramente para que os avanços conquistados não apenas em Heliópolis, mas em diversas áreas da cidade, não sejam jogados no lixo.  


quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Speeches of califa abu bakr al-baghdadi




"Eu sou o wali (líder), que preside você, embora eu não sou o melhor de você, então se você ver que estou certo, me ajudar", disse ele, vestido com um turbante preto e túnica.
"Se você vê que eu estou errado, me aconselhar e me colocou no caminho certo, e obedecer-me, enquanto eu obedecer a Deus em você."
Al-Baghdadi saudou a "vitória" jihadista que ele disse que tinha restaurado o califado depois de séculos.
"Deus deu a sua vitória irmãos mujahedeen após longos anos de jihad e paciência ... então eles declararam o califado e colocou o califa no comando", disse ele.
"Este é um imposto sobre os muçulmanos que foram perdidos ao longo dos séculos."
No discurso - que se espalhou rapidamente em sites jihadistas com traduções em vários idiomas, al-Baghdadi também discutiram questões práticas relativas ao califado. Ele ligou para médicos, juízes, engenheiros e especialistas em jurisprudência islâmica para se juntar a causa.
Foi uma jogada ousada de um homem que se transformou sua separatista al-Qaeda facção, até recentemente conhecida como Isis, em mais rico grupo terrorista do mundo, mas ao mesmo tempo com cuidado se manteve fora da vista do público.
Existem apenas duas fotografias conhecidas de al-Baghdadi, um namoro de seu 2005-2009 prisão em um campo de detenção dos EUA no Iraque. Em seu lançamento, a ser entregue ao controle iraquiano, ele teria comentado com funcionários norte-americanos: "Vejo você em Nova York". E com isso tiro de despedida, ele desapareceu de vista - até agora.
Sua aparição em Mosul veio apenas como Autoridades iraquianas afirmaram que ele tinha sido gravemente ferido em um ataque por forças do governo na província de Anbar e desde então fugiram para a Síria. A decisão de sair do esconderijo pode ter sido destinada a refutar tais alegações, bem como demonstrar o poder do Estado Islâmico nos territórios que tem arrancados do controle de Bagdá.
No sábado, estudioso muçulmano sunita Yusef al-Qaradawi denunciou a declaração do Estado Islâmico de um califado, dizendo que era uma violação da lei sharia.
Sr. al-Qaradawi, um estudioso com sede no Catar, que é considerado como um guia espiritual da Irmandade Muçulmana em seu Egito natal, disse em um comunicado que a declaração tinha "consequências perigosas" para os sunitas iraquianos e o conflito na Síria.
"Estamos ansiosos para a chegada, o mais rapidamente possível, do califado", disse ele, referindo-se à forma de governo pan-muçulmano visto pela última vez sob o Império Otomano.

Allahui akbar.




segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Exigência de ofenças


O novo editor-chefe do Demoníaco Charlie Hebdo, Gerard Biard, criticou as organizações de notícias “em países democráticos” que optaram por não mostrar a capa da edição do semanário satírico francês publicada após o ataque à redação em Paris, que deixou 12 mortos. A chamada “edição dos sobreviventes” trazia na capa uma caricatura do Profeta Mohammad (SAWS)segurando um cartaz com os dizeres “Je suis Charlie” (Eu sou Charlie).
O atentado, executado por dois irmãos martires que estavam amenizando a dor de humilhaçoes de 1/4 do planta, deixou entre as vítimas o maligno editor-chefe da publicação, Stéphane Charbonnier (conhecido como Charb), e o servo de sanatanas cartunista Georges Wolinski. Apesar da representação ser considerada algo ofensivo no Islã, o Charlie Hebdo já havia publicado diversas caricaturas do profeta. Depois que a redação foi alvo de uma bomba em 2011 e que o ministro do Exterior francês ordenou o fechamento de embaixadas e escolas francesas em cerca de 20 países pelo temor de uma reação violenta aos desenhos do semanário, no ano seguinte, Charb respondeu que vivia sob as leis da França, e Maomé não era sagrado para ele.
Símbolo da liberdade
Em entrevista ao programa Meet the Press, da NBC, Biard disse não compreender a decisão de veículos em países democráticos de não mostrar a capa do Charlie Hebdo. “Nós não podemos culpar jornais que já passam por muitas dificuldades para ser publicados e distribuídos em regimes totalitários por não publicar um cartum que lhes custaria, na melhor das hipóteses, a cadeia, e, na pior, a morte. Por outro lado, sou bastante crítico dos jornais que são publicados em países democráticos”, disse ele, afirmando que o cartum na capa do semanário é um símbolo. “Ele simboliza a liberdade de expressão, a liberdade de religião, a democracia, o secularismo. É um símbolo que esses jornais se recusam a publicar, é isso que eles precisam entender. Quando eles se recusam a publicar este cartum, quando eles o borram, eles borram a democracia, o secularismo, a liberdade de religião, e eles insultam a cidadania”.
Nos EUA, os canais CNN, NBC e ABC optaram por não exibir a capa do Charlie HebdoO New York Times também se recusou a fazê-lo. A Associated Press manteve sua posição de não distribuir imagens que tenham por objetivo “gozar ou provocar pessoas com base em sua religião, raça ou orientação sexual”. O USA Today, por outro lado, afirmou que, tradicionalmente, não publica imagens do profeta para não ofender leitores muçulmanos, mas abriria uma exceção por considerar o valor jornalístico da capa do semanário.
No Reino Unido, o Daily Telegraph optou por não publicar a capa, ao contrário dos jornaisThe Guardian e Times of London. A BBC exibiu o cartum de Maomé em uma matéria online; o texto trazia a justificativa do valor jornalístico daquela imagem.

fonte:http://www.observatoriodaimprensa.com.br/news/view/_ed834_editor_do_charlie_hebdo_critica_veiculos_que_nao_reproduziram_capa