segunda-feira, 28 de julho de 2014

REVISTA VEJA x ISLAM ( A OBSESSIVA GUERRA DA REVISTA VEJA CONTRA ISLÃ )

A OBSESSIVA GUERRA DA REVISTA VEJA CONTRA  ISLÃ

HÁ MUITOS  COMO A CAPA DA ULTIMA EDIÇÃO DE NUMERO 2384 - ANO 47 - NUMERO 31 de 30 de julho de 2014.
 com o titulo apagão na diplomacia, esta revista tendenciosa  onde o interesse sionista e imperialista americano, a dirigem em formar opinião  islamofobicas,  não se compadece nem com as crianças mortas na faixa de gaza dissipadas como se fossem insetos.desnudando o preconceito, racismo e falsidades de suas materias, 


Esta semana o terrorista e sionista estado de  Israel despejou toneladas de bombas sobre a Faixa de Gaza diante da total cumplicidade dos países imperialistas, principalmente os EUA. O Hamas e o povo palestino não têm outro meio de se defenderem senão através da luta revolucionária contra



Temos que abrir os olhos vendados de muita gente que ainda acredita nesta revista sensacionalista e criminosa ! oportunidade de refletir sobre o poder de manipulação da mídia no Brasil.

Uma chuva de mísseis cai sobre a região desde o sábado e mais de 300 pessoas foram mortas - os números continuam aumentando - e cerca de mil feridos. A barbárie cometida por Israel já é considerado como a maior carnificina da história de Gaza.

Caças israelenses F-16 - construídos com o dinheiro enviado pelos EUA - bombardearam no domingo (28) a Universidade Islâmica, considerada um reduto e símbolo cultural do Hamas. O campus ficou completamente destruído e, segundo fontes médicas palestinas, não houve vítimas fatais porque a área já havia sido evacuada diante da iminência do ataque.

Os hospitais em Gaza estão apinhados de gente e quase não há medicamento. Os geradores elétricos estão praticamente sem combustível e as reservas água estão prestes a acabar.
Pacientes com ferimentos menos graves são liberados antes do tempo necessário para liberar mais leitos.  
O massacre gerou de imediato uma revolta espontânea em todo o mundo árabe. Na Palestina, o líder do Hamas em Gaza e ex-primeiro-ministro, Ismail Haniyeh, acusou Israel de ter promovido um "massacre" e chamou o povo a uma terceira Intifada.
 
Terça-feira, 30 de dezembro de 2008 
O mundo árabe se insurge contra o genocídio israelense 
Pelo terceiro dia consecutivo, Israel continua despejando toneladas de bombas contra a Faixa de Gaza nos ataques mais sangrentos desde a Guerra dos Seis Dias em 1967.

Na segunda-feira (29), o governo israelense declarou Gaza como “zona militar fechada”. Houve um intervalo nos bombardeios por causa da baixa visibilidade do tempo. Enquanto isso, tropas israelenses e tanques continuam se posicionando na fronteira, prontos para iniciar operações por terra. O governo convocou cerca de 6.500 reservistas para somar-se às tropas que estão na fronteira ao Norte do território palestino.

O cenário em Gaza está muito mais para um campo de concentração nazista do que para um lugar habitável. 
Os militares israelenses prometem mais mortes para os próximos dias. Segundo o chefe adjunto do Estado-Maior israelense, general Dan Harel, falando ao site do jornal Yediot Aharonot, "nenhum edifício do Hamas na Faixa de Gaza continuará de pé" depois da operação iniciada no sábado.
 
A população em Gaza está sem comida, sem remédios e sem suprimentos de primeira necessidade. 
Os bombardeios em Gaza estão longe de ser uma decisão isolada de Israel, mas são uma ação planejada em conjunto com o imperialismo.

Diante do massacre promovido por Israel na Faixa de Gaza, nas duas últimas semanas, tendo resultado na morte de mais de 700 palestinos – grande parte mulheres e crianças – contra 32 soldados e três civis israelenses, os/as educadores/as brasileiros/as condenam as ações de extermínio camufladas em guerra contra as lideranças do Hamas, eleitas democraticamente para governar parte dos territórios palestinos.
A cada dia fica mais evidente a desproporcionalidade nos ataques e mortes envolvendo israelenses e palestinos, e é inadmissível que a comunidade internacional, sobretudo a ONU, mantenha-se inerte ao que ocorre neste momento no Oriente Médio, assim como em outros territórios da África.
Neste sentido, consideramos acertada a atitude do governo brasileiro de chamar o embaixador de Israel no Brasil para prestar esclarecimentos sobre a “guerra” na Faixa de Gaza, assim como de convocar o embaixador do Brasil em Tel Aviv com o mesmo propósito. Ademais, tais medidas resguardam o cumprimento de preceitos que regem as relações internacionais do Estado Brasileiro, dentre os quais: a prevalência dos direitos humanos, a autodeterminação dos povos, a não-intervenção, a defesa da paz e a solução pacífica dos conflitos.
Aproveitamos o ensejo para condenar as manifestações ofensivas de diários de imprensa israelenses, da Confederação Israelita do Brasil (Conib) e do próprio Ministério de Relações Exteriores de Israel em relação ao posicionamento e às ações do Brasil frente ao conflito de força desproporcional na Faixa de Gaza. Algumas declarações infelizes desses atores têm invertido a lógica, por exemplo, do relativismo moral de que acusam o Brasil, uma vez que é Israel quem o pratica para justificar a matança em Gaza e para ratificar sua visão etnocêntrica sobre a negação do Estado Palestino.

A revista "Veja" tem se pautado por uma trajetória sombria, fazendo de suas páginas semente do sectarismo religioso, que tenta plantar entre os brasileiros.   Abandona o pódio de grande veículo de comunicação assumindo a postura  panfletária de um mercador que vai á rua oferecer o medo e o terror como produto de ocasião para incautos transeuntes.    Com redações e textos "estéticos" maquiando a verdade com meias verdades e roteiros de filme americano a "Veja" tenta subir o gráfico de suas vendas enquanto desce a ladeira do descrédito embalada pela  imparcialidade jornalistica.   A apelação sensacionalista não mede consequências ao  mergulhar seus leitores  em medos imaginários a partir de fatos corriqueiros reais ou irreais estampando em sua capa folclóricos personagens típicos do cinema mudo,mas sem a sutileza e a graça  do grande mestre Charles Chaplin.
Uma delas foi a matéria publicada na edição nº 1870 com o título "Os Madraçais (sic) do MST"  que entre outras pérolas do jornalismo da desinformação  afirmava: "Assim como os internos muçulmanos,as escolas dos sem-terra ensinam o ódio e instigam a revolução contra os infiéis .  No caso os infiéis somos todos nós".     A frase revela o esforço de separar o mundo em dois grupos : "nós e os muçulmanos inimigos".   Com deplorável desonestidade intelectual "Veja" distorce a verdadeira natureza do islã e revela  desconhecimento do significado de palavra de origem árabe "madrassi", que traduzida para o português significa "escola". 

A matéria mirava no MST mas atirava no islamismo, dando como fato consumado, como verdade absoluta a suposta  belicosidade da religião islâmica que estaria contida na grade escolar.  De forma subliminar,  "veja" incentiva a desconfiança e o ódio contra o islamismo,  apresentando-o como ameaça aos não islâmicos no Brasil,  país eminentemente católico.   Os editores da revista "viajam na maionese" e patinam no ridículo ao afirmar que "O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra criou sua versão das madraçais - internatos religiosos muçulmanos em que crianças aprendem a recitar o Corão e dar a vida em nome do Islã."   De forma leviana e irresponsável "veja" dissemina para seus leitores ideia que escolas em países de maioria islâmica induzem suas crianças á prática de suicídio em nome de teses e conceitos religiosos, associando esta prática ao conteúdo do livro sagrado dos muçulmanos.  

Em suas edições para satanizar a segunda maior religião do mundo, a Editora Abril tem ignorado a própria história da humanidade  com o registro de um islã marcado pela  tolerância e respeito á diversidade cultural das nações sob a égide islâmica como na Penisula Ibérica,  quando consagrou  um período de grande desenvolvimento e florescência,na arquitetura, arte,musica,comércio e na livre prática de todas as religiões.   Andaluzia e Córdoba foram fonte de luz que propagaram a diversidade cultural da humanidade no período das trevas da idade média.   O islamismo contemporâneo continua mostrando a grandeza da criação divina, o ser humano, com as  fantásticas realizações arquitetônicas de Abu Dhabi e Dubai nos Emirados Árabes, onde 80% dos moradores são estrangeiros, vindos dos quatro cantos do planeta.   O Islã é a religião que mais cresce no planeta, talvez porque um dos preceitos alcorãnicos mais importantes seja  justamente a tolerância e o respeito á cultura de todas  nações. 

Estudei até os sete anos de idade na Síria.   Filho de pai islâmico "sunni" e mãe brasileira católica minha "madrassi" era um colégio católico tradicional na cidade portuária de Tartous dirigida por freiras fransicanas.  Lá existem madrassi's públicas e particulares podem ser alauitas, católicas, muçulmanas, judias ou baptistas.  Existe "madrassi" de música", "madrassi" de arte,  "madrassi" de dança, "madrassi" de teatro,etc... 


Madrassi ou escola é palavra universal, que lembra educação, usada por todas as nações, cada uma em sua respectiva língua.
Madrassi só é sinonimo de ódio religioso no dicionário da revista "Veja".
"Madrassi" palavra árabe que significa escola 
Visitei "madrassi's"  nos acampamentos de refugiados palestinos "mie ou mie" (100%)  e  "ayun halue" (olhos bonitos) na cidade de Saida sul do Líbano.  Nas madrassi's palestinas estudavam crianças católicas, muçulmanas e agnósticas.  Inteligência de um povo sofrido que não embarcou no sectarismo religioso para evitar  a desintegração de sua identidade e sua cultura, maior elo de sua unidade nacional ,  já que o território lhes foi tomado.
Bem que a "Veja" podia aprender com o sofrimento alheio.
Na primeira semana de abril nova edição da revista "veja" estampando sua quixotesca "cruzada tupiniquim" que tenta importar e semear o sectarismo religioso no Brasil.
Com texto tão pobre quanto suas intenções a revista usa o velho e surrado clichê de apresentar  "personagens maquiados " para encaixar no sensacional título da reportagem, acrescentando  "recheio" bombástico a fato trivial, que o genial Nelson Rodriguez chamaria de "o óbvio ululante".
Na última edição com titulo "A Rede do Terror no Brasil" a revista relata a existência de uma "célula terrorista" em nosso país, e para dar credibilidade ás suas afirmações, se agarra em   relatórios de investigação do FBI e da CIA, mesmos órgãos que investigaram e localizaram armas de "destruição em massa" usados como argumento para  justificar a invasão do Iraque. 
Oito anos depois, 4.000 soldados americanos e mais de um milhão de iraquianos mortos, ninguém achou as "armas de destruição em massa".   Os EUA estão procurando até hoje...só acharam petróleo!

A primorosa matéria da "Veja" postada no alto começa com: "Khelled Hussein nasceu em 1970, no leste do Líbano.  Seguidor da corrente sunita do islamismo, prestou serviço militar. Depois, sumiu.  No inicio dos anos 90,  reapareceu em São Paulo."    Quanto mistério!
Khaled   nasceu na década de 70, "sumiu "depois de prestar serviço militar" e  "reapareceu nos anos 90"?   Hora, o serviço militar no Líbano é prestado até os 20 anos de idade,   Khalled, que segundo a revista nasceu em 1970 em 1990  tinha 20 anos de idade! Ele reapareceu no inicio dos anos 90.   Fica uma pergunta: afinal quando foi que ele sumiu? 

Todos os árabes que conheci no Líbano tem paixão pelo Brasil.   Khalled não é diferente.
Lá no leste do Líbano ele "sumiu"?    A revista Veja esteve no leste do Líbano e descobriu que ele tinha sumido? 

Estive no leste do Líbano na cidade de Baalbek no vale de Beeka, de maioria xiita.  Visitei as montanhas Chouf território dos Drusos, esive em Tripoli no norte e nas encantadoras localidades de June e Biblos reduto predominantemente católico.   Também circulei nas partes oriental e ocidental de Beirute em 1982,83,84 e 87 compartilhando dos sonhos de paz do povo libanês e das generosas refeições trazidas em bandejas de cizal com a saborosa culinária árabe. As conversas que assumiam ares filosoficos giraram em torno da origem do vento, da vida e da derrota da seleção brasileira para Itália com 03 gols de Paulo Rossi,em 1882,  sem falar nos  efeitos medicinais de azeitona ou da beleza das montanhas e desembocavam em piadas e grandes gargalhadas.   É um povo que ri, chora, dança, canta, ama e é amado como todos as  nações da terra.  A marca daquele povo é a  hospitalidade.   Ser brasileiro nos países árabes garante a qualquer um  tratamento  vip dado ás celebridades.  
Por aqui, em terras tupiniquins, quem transforma anonimos da multidão em celebridade é a revista da Editora Abril.  Foi o que fez com Khalled Ali, que posou sorridente para o fotografo da "veja" na perspectiva de fazer propaganda gratuita de sua lan house, como bom árabe que é.  De graça, Khaled, pega até onibus errado.  Segundo a revista, "Ali reapareceu em São Paulo na década de 90 casou-se teve uma filha. Graças a ela ,obteve, em 1998,o direito de viver no Brasil. Mora em Itaquera,na zona leste paulistana,sustenta sua família com os lucros de uma lan house".   Esta história pode se enquadrar perfeitamente na vida dos próprios donos da Editora Abril judeus que por aqui chegaram fugindo dos horrores do nazismo, da intolerância e da perseguição, que hoje, a revista "veja" tenta disseminar contra os muçulmanos.  Milhões de imigrantes de origem árabe abriram um negócio no Brasil, casaram, tiveram filhos com  brasileiras e fincaram suas raízes neste país.  Milhões de brasileiros poderão  olhar para o vizinho ao lado e encontrar alguém com o perfil do personagem que "veja" tenta  rotular como"terrorista".
Provérbio ou piada árabe?
A matéria envereda pelos caminhos do imponderável e do humoristico quando afirma: "Ali leva uma vida dupla. É um dos chefes do braço propagandístico da Al Qaeda, a organização terrorista comandada pelo saudita Osama Bin Laden".   Ele é dono de uma lan house e certamente deve  trabalhar com computador, como faria um açogueiro que trabalha com carne, o padeiro com pão ou um nomade com seus camelos.  A CIA, FBI, Interpool, Tesouro americano e o  "Inspetor Closeau", que além de trabalhar com a pantera cor de rosa presta serviços para a revista, chegaram a "óbvia" conclusão publicada pela Veja.
O problema é que o raciocínio lógico não fecha a conta!  Bin Laden que tem 10 vezes mais dinheiro que a Editora Abril,   poderia ter contratado um publicitário ou um jornalista que goza de intimidade com a lingua portuguesa para fazer propaganda da Al Qaida.   Mas este tal de Osama (Mister) Bin Laden deve ser amador ou mal assesorado,  foi contratar logo um libanes de sotaque carregado que mal pronuncia algumas palavras em portugues para fazer propaganda no Brasil!??   Pior, o cara virou capa da revista "veja" ,estampando no rosto um largo sorriso de quem vai divulgar seu negócio, de graça, para o Brasil inteiro.   Ele está mais para um comerciante sortudo do que para um "terrorista da Al Qaeda".   Imaginem o Khaled Ali  falando: " Brimo fala bro titia bassa la no meu casa, bra come a beru na natal".   Ou ainda falando em código ao fazer fézinha no jogo do bicho para levantar dinheiro para a organização terrorista:  "Nós vai joga na bicho que nome começa com o letra "b".  Todo mundo da organização joga no "burro".    Só ele joga na "Beru". 


Agora estou preocupado.   Digitando este teclado, nome, descendencia árabe e islâmica, dono de computador expressando indignação com os irresponsáveis que semeam ódio religioso em território brasileiro, eu seria enquadrado no grupo de "suspeitos" de "envolvimento com terrorismo", segundo os critérios da "Veja".
A seriedade que a revista tentou dar a esta última publicação, certamente foi levada em conta pelo Ministério Público Federal.  Foi por isso que o MPF mandou  soltar o "brimo" Khalled Ali e arquivar o processo.
Para frustração de "Veja" revista conhecida em Minas Gerais como "Óia"  
Mas o que entrará para o anedotário jornalistico é sem dúvida a pérola publicada pela Veja que acusa um árabe muçulmano de "disseminar ódio contra judeus e negros"! 
campanha contra a veja
Negros?   Como assim? Que vergonha para a Editora Abril e para a revista "veja".  Usar a bandeira da tolerância para incitar a intolerancia religiosa e racial no Brasil. 
Mais de 80% dos islamicos no mundo são negros.   Sudão, Argélia, Tunisia, Somália são alguns das dezenas de países de população árabe-negra muçulmana do mundo.   O Harlem e o Broklin, são bairros  de Nova York de população eminentemente negra islamica. Alguns "negões" famosos como Malcon X e os campeões mundiais de boxe Cassius Clay que adotou o nome muçulmano de Mohamad Ali sendo seguido por Mike Tisson que adotou o nome de Abdul Malek se converteram ao islamismo onde foram recebidos com festa.     Um árabe falar mal da raça negra é como alguem dar tiro no próprio pé.   O personagem na capa da revista "veja" ,Khalled, não me parece um branquinho de olho azul....
Esta revista não se corrige.
Depois reclama das campanhas de movimentos sociais que a acusam de mentirosa e manipuladora. 
Veja foi protagonista da maior farsa jornalística da história do Estado da Bahia quando transformou um traficante de drogas conhecido como Luís Henrique Franco Timóteo em celebridade, bublicando fantasiosa versão de que um "ataque de bioterrorismo" teria disseminado a praga da vassoura da bruxa nas  plantações  de cacau no sul da Bahia na década de 90.  Segundo a matéria da "Veja" Luis Henrique Franco Timóteo que seria militante de esquerda teria se reunido com um grupo do PT para "destruir as elites economicas do cacau que davam sustentação aos seus adversários politicos"
Luis Henrique: traficante virou celebridade da Veja
Na inverossímil versão, Luís Henrique com outros personagens, incluindo o ex prefeito de Itabuna Geraldo Simões atualmente Deputado Federal pelo PT da Bahia, teriam viajado até Rondônia para buscar os fungos de vassoura de bruxa e uma vez retornando á Bahia teriam espalhado o fungo nas plantações de cacau.   A fantasiosa versão foi desmentida por biólogos e especialistas que provaram a impossibilidade técnica de contaminação das plantações de cacau através deste processo. A revista foi processada pelo Dep. Geraldo Simões que desmentiu o factóide midiático .
Mais tarde descubriu-se que tudo não passava de uma farsa ,com objetivos politico eleitorais, que renderam uma "graninha" para o traficante de drogas. Luis Henrique junto com a homicida Sandra Cássia Souza de Oliveira Santos,mãe do ex goleiro Bruno do Flamengo,fraudaram escritura de um terreno na localidade de Santo André em Santa Cruz Cabrália -Bahia para tentar surrupiar o terreno deste que vos escreve.
Ao ler a revista "Veja" conhecida como "Òia" em Minas Gerais...veja bem...!!

Robótica Muçulmana



Dois países árabes terão equipes na RoboCup, uma das maiores competições de robótica do mundo, cuja edição deste ano vai ocorrer de 21 a 24 de julho, em João Pessoa, no estado da Paraíba. De acordo com informações da organização, virão três equipes do Egito e uma do Sudão. No total, aproximadamente 45 países estarão representados.


Na RoboCup ocorrem diferentes competições, desde futebol de robôs até desempenho de robôs para auxílio doméstico. São mais de dez categorias. “Em todas as categorias, os robôs devem atuar de forma autônoma, sem interferência humana”, diz o professor de Centro Universitário da FEI e coordenador geral da RoboCup 2014, Flavio Tonidandel.



Em 2010 um Robô que fala árabe viajava de primeira classe para Riad.
Passageiros que iam embarcar em um voo da Emirates Air foram supreendidos com um companheiro de viagem para lá de singular: trata-se de Ibn Siba, o primeiro humanoide que fala árabe. E que, como eles, iria viajar de Dubai a Riad - e de primeira classe.
Percorrendo os corredores do aeroporto internacional de Dubai como qualquer outro viajante, o robô Ibn Siba atraiu olhares por onde passou em sua cadeira de rodas. Um de seus "pais" o acompanhou na viagem, o cientista Nikolaos Mavridis, que de acordo com notícia publicada no El País, trabalha na Universidade Tecnológica dos Emirados Árabes Unidos.
O robô foi levado a Riad para "assistir" a um congresso de tecnologia no qual seria a estrela, e o traslado não foi fácil. Para que Ibn pudesse viajar, foram necessários numerosos trâmites a fim de garantir sua segurança.
Ibn Sina, que foi apresentado ao mundo no ano passado, pode gesticular, entender palavras em árabe e é capaz de manter um diálogo. Ele tem inclusive uma conta na rede social Facebook - e seu criador espera que o perfil ajude a fazer diminuir a resistência das pessoas em interagir com um robô.
O humanoide foi batizado como Ibn Sina em homenagem ao célebre cientista persa autor do famosoCânone de Avicena (ou Cânone da Medicina), um recompilação de todos os conhecimentos médicos existentes no século XI.
Os criadores do robô já preparam sua comercialização. Eles propõem que Ibn Sina seja utilizado como recepcionista em empresas ou estabelecimentos comerciais, como já ocorre em alguma companhias do Japão.
A AUTOMAÇÃO mudou o cenário industrial — principalmente na realização de tarefas rotineiras e repetitivas. Mas quando surgiram os primeiros dispositivos automáticos e programáveis? Será que foi só alguns séculos atrás, durante a Revolução Industrial na Europa? Você talvez fique surpreso em saber que foi muito antes disso.

No final do período conhecido como fase de ouro da ciência islâmica — do século 8 EC até por volta do século 13 —, eruditos do Oriente Médio traduziram para o árabe textos científicos e filosóficos que preservaram as obras de gregos renomados como Arquimedes, Aristóteles, Ctesíbio, Heron de Alexandria e Filo de Bizâncio. Com essas e outras obras em mãos, o Império Islâmico — que se estendia da Espanha através do Norte da África e Oriente Médio até o Afeganistão — tinha o conhecimento necessário para fazer máquinas automáticas.

Segundo o historiador de tecnologia Donald Hill, essas máquinas “funcionavam por longos períodos — horas, dias ou até mais — sem a intervenção de humanos”. Como isso era possível? Engenheiros haviam inventado mecanismos controladores que possibilitaram a automação. As máquinas usavam água de tanques elevados para suprir energia contínua. Dispositivos automáticos abriam e fechavam válvulas ou mudavam a direção do fluxo de água. As máquinas também tinham mecanismos de reenchimento e o que Hill chama de “precursores dos dispositivos de falha segura”. Veja alguns exemplos.

Os criativos Banu Musa

Os três irmãos Banu Musa, que em árabe significa “filhos de Musa”, viveram no nono século em Bagdá. Eles se basearam nas obras de seus precursores gregos Filo e Heron, bem como de engenheiros chineses, indianos e persas para desenvolver mais de cem dispositivos. Dentre eles, o escritor científico Ehsan Masood menciona chafarizes que mudavam de padrão em intervalos regulares, relógios com mecanismos decorativos e recipientes que serviam bebidas automaticamente e se reabasteciam sozinhos usando combinações inteligentes de boias, válvulas e sifões. Segundo o historiador científico Jim Al-Khalili, os Banu Musa também construíram autômatos rudimentares em tamanho real: “uma moça” que servia chá e um flautista, “provavelmente o exemplo mais antigo de uma máquina programável”.

Esses sistemas automáticos antigos são parecidos às máquinas de hoje. No entanto, “eles usavam principalmente água sobre pressão em vez de componentes eletrônicos, mas muitos dos princípios operacionais são os mesmos”, comentou Ehsan Masood.

Al-Jazari — “pai da robótica”

Em 1206, Ibn al-Razzaz al-Jazari terminou sua obra, às vezes traduzida como Compêndio sobre a Teoria e Prática das Artes Mecânicas, que já foi chamada de “estudo de desenhos mecânicos sistemáticos”. Parte da tecnologia de al-Jazari era muito mais avançada do que a publicada pelos irmãos Banu Musa, e suas descrições e diagramas eram tão detalhados que hoje engenheiros podem reconstruir suas invenções.

O livro de al-Jazari ilustra dispositivos de elevação de águas, relógios d’água, relógios de vela, bebedouros, autômatos musicais e uma bomba potente acionada por um pistão horizontal alimentado pelo movimento de uma roda-d’água. Historiadores reconhecem que al-Jazari projetou bombas hidráulicas três séculos antes de os mesmos dispositivos básicos surgirem no Ocidente.

Al-Jazari também produziu relógios engraçados, mas eficientes. O ilustrado acima foi reconstruído num shopping center em Dubai. A base desse relógio é um elefante com um reservatório de água na barriga. Ali, uma tigela furada flutua e, depois de trinta minutos, enche-se de água e afunda. Isso desencadeia uma série de mecanismos acionados por cordas e bolas que são liberadas do “castelo” nas costas do elefante. Quando o ciclo de meia hora acaba, a tigela é automaticamente levada de volta à superfície e o processo começa de novo. Esses dispositivos e outras máquinas automáticas atribuídas a al-Jazari lhe renderam o título de “pai da robótica”.

A história da engenhosidade humana é incrível! No entanto, ela é mais do que apenas história. Numa época em que muitos se gabam da tecnologia moderna, percebemos a grande dívida que temos com as mentes brilhantes muçulmanas do passado.

Os muçulmanos estão sendo odiado e estão privados hoje em dia em todo o mundo como rígidas e fundamentalistas, mas a verdade é este monte de coisa que estão agora se tornou uma parte essencial de nossas vidas foram descobertos e inventado por inventores e cientistas muçulmanos. 
Aqui está a resposta para as pessoas que estão apoia a campanha "Imagine um mundo sem os muçulmanos" Sem os muçulmanos não teriam:

Inovação arquitectónica, anestesia, banho, Braille, motor de combustão, Xadrez, café, câmeras, Álgebra / Trigonometria, Física Experimental de sabão, caligrafia, copos de cristal, fechaduras de combinação,, irrigação, Caneta-tinteiro, Xampu, / spiritsCrank-eixo, válvulas internas Perfume , pistões, instrumentos cirúrgicos, Moinho, Tratamento de Cowpox, sistema de numeração, Tapetes, cheques University, Optics, escova de dentes, Hospitais, Quilting, Compasso do Mariner, Refrigerantes, Pendulum, cosméticos, cirurgia plástica, e fabricação de papel e tecido .
Um muçulmano percebeu que a luz entra em nossos olhos; essa idéia foi diferente para os gregos que pensavam que descarregada ondas, e depois inventou uma câmera a partir desta descoberta. Era um muçulmano também quem primeiro tentou voar em 852, embora os irmãos Wright levaram o crédito pela descoberta de avião.

Jabir ibn Hayyan também era um muçulmano que era conhecido como o criador da química moderna. Ele transformou a alquimia em química. Inventou purificação, evaporação destilação, filtração e oxidação. Ele também descobriu nítrico e ácido sulfúrico.
Al-Jazari que é conhecido como o pai da robótica também era um muçulmano. O arquiteto para o castelo de Henry V também era um muçulmano.
Ele era um muçulmano que inventou agulhas ocas para sugar cataratas dos olhos, uma técnica usada ainda hoje. Ele era um muçulmano que descobriu a inoculação, não Jenner e Pasteur para tratar a varíola bovina. O Ocidente só trouxe-o da Turquia.
Os muçulmanos também contribuiu muito para a matemática como a álgebra e trigonometria, que foi importado para a Europa 300 anos depois de Fibonacci eo resto. Ele também era um muçulmano descobriu que a Terra era redonda 500 anos antes de Galileu.
E a lista continua .....!

As pessoas que estão ostentando as campanhas como "Imagine um mundo sem os muçulmanos" são, basicamente, significava ter um mundo sem terrorismo. Mas o ponto é este que não poderia culpar os muçulmanos de todo o mundo devido ao ato de alguns grupos militantes que estão sendo usados ​​basicamente para algumas agendas específicas por super-poderes. Se um único grupo é considerado como o representante de todo o grupo de nações do que as pessoas e as nações que estão perseguindo e oprimindo os muçulmanos e outras pessoas inocentes em todo o mundo. Eles devem ser declarados terrorista também. Agora, Mundo deve parar de declarar os muçulmanos como terroristas. Os terroristas são quem chama os muçulmanos de terroristas.




Parte da fonte: https://ummahbrasil.com

Estado Islâmico do Levante





O Estado Islâmico do Iraque e do Levante (em árabeالدولة الاسلامية في العراق والشام اختصاراً: داعش Dawlat al-ʾIslāmiyya fi al-'Iraq wa-l-Sham), também referido pelas siglas EIIL ou, eminglês, ISIS, de Islamic State in Iraq and Syria ou, ainda, ISIL, de Islamic State in Iraq and the Levant, é uma milícia jihadista formada em outubro de 2004



Lema: باقية وتتمدد (Árabe)
"Bāqiyah wa-Tatamaddad(transliteração)
"Remanescendo e Expandindo"


CapitalMosul
Língua oficialÁrabe
GovernoCalifado Islâmico
 - Califa[1]Ibrahim
Separaçãoda Síria e do Iraque 
 - Proclamação da independência3 de janeiro de 2014  
 - Califado declarado29 de junho de 2014 
Fuso horárioUTC +3



terça-feira, 22 de julho de 2014

Jenipapo Halal



Jenipapo é o fruto do jenipapeiro (Genipa americana), uma árvore que chega a vinte metros de altura e é da família Rubiaceae, a mesma do café. É encontrada em toda a América tropical. No Brasil, encontramos pés de jenipapo nativos na Amazônia e na mata atlântica, principalmente em matas mais úmidas, ou próximo arios - a planta inclusive aguenta encharcamento. Em guaranijenipapo significa "fruta que serve para pintar". Isso porque, do sumo do fruto verde, se extrai uma tintacom a qual se pode pintar a peleparedescerâmica etc. O jenipapo é usado por muitas etnias da América do Sul como pintura corporal e some depois de aproximadamente duas semanas.A bela coloração azul-escura formada deve-se ao contacto da genipina contida nos frutos verdes com as proteínas da pele, sob ação do oxigênio atmosférico.
Bolo de jenipapo azul


fruto é uma baga subglobosa geralmente de cor amarelo-pardacenta. Sua polpa tem cheiro forte e é comestível, mas é mais apreciada na forma de compotas,docesxaropesbebida refrigerantes.
O licor de jenipapo é uma bebida apreciada na Bahia, em Pernambuco e em cidades de Goiás, inclusive muito vendida em comércios de cidades turísticas comoCaldas Novas e Jataí. Nas festas juninas da Bahia, o licor de jenipapo é o mais apreciado e os mais famosos são produzidos no Recôncavo baiano, de formaartesanal, em toneis que ficam em infusão por um ano até serem envasados e consumidas no São João. As cidades com maior tradição na fabricação deste tipo de bebida são Maragojipe, Cachoeira, Cruz das Almas e Santo Amaro.
Algumas partes do jenipapeiro (como a raiz, as folhas e o fruto) têm diferentes propriedades medicinais. As cascas do caule e as cascas do fruto verde são usadas também para curtir couro, por serem ricas em tanino. O jenipapo usado em forma de garrafada serve para emagrecimento e junção em dietas para redução decolesterol ruim.

receita de refrigerante de jenipapo
SUCO DE JENIPAPO 

Ingredientes 

4 jenipapos grandes 
1litro água com gás 
1 lata de leite condensado 
1/2 litro de leite 

Modo de Fazer 


Lavar e picar os jenipapos. 
Colocar tudo num liquidificador menos a água. Bater bem. Peneirar e voltar a bater, dessa vez com a água. Bata por 30 segundos e beba em seguida



A medicina caseira, do jenipapeiro só não aproveita o tronco. Alguns indígenas da Amazônia aplicam a polpa do fruto verde no dente, para aliviar a dor. Os nordestinos fazem um xarope para tosse, o “lambedor”, que, acreditam, dá energia aos homens e maior poder de atração às mulheres.
O jenipapo é rico em ferro e riboflavina, a vitamina B2 necessária para a formação de hemácias (as células vermelhas do sangue), produção de anticorpos, crescimento e prevenção da catarata. Por isso, com base na tradição da medicina popular, é usado contra diversas doenças.

Da polpa do fruto verde se extrai um líquido que, a princípio, parece água, mas em contato com o ar oxida e vira uma tinta entre azul escura e preta. Com ela, os índios se pintam e adornam objetos. É desta qualidade, aliás, que derivou o nome jenipapo, do tupi-guarani nhandipab ou jandipa, ou melhor, “fruto que serve para pintar“.

E se você pensou em se pintar de índio com jenipapo, é bom saber que, por mais que se lave, a tintura só sai depois de sete a nove dias, espontaneamente.
Nome científico: Genipa americana L.
Família botânica: Rubiaceae
Categoria: Semiácida
Característiscas da planta: Árvore geralmente com 15 metros de altura. Folhas grandes, lisas. Flores vistosas, de coloração amarela, reunidas em inflorescência.
Fruto: Tipo baga, globoso ou ovóide. Polpa doce e ácida, suculenta, de aroma forte, que envolve as numerosas sementes.
Frutificação: Quase o ano todo.
Propagação: Semente
jenipapo possui as vitaminas B1B2B5 e C. Mineraiscálcio - 249 mg em 100 gramas ferro.
O melhor uso do jenipapo é ao natural ou em forma de suco. Do jenipapo também se faz um ótimolicor, encontrado principalmente no Nordeste brasileiro. A quantidade do mineral ferro existente nofruto supre as nossas necessidades diárias se fizermos sempre uso dele.
O consumo do jenipapo é ótimo no combate à asma e contra osvômitos durante a gravidez, chegando mesmo a eliminá-los.
O seu suco é utilizado por algumas tribos indígenas brasileiras para enegrecer o rosto e o corpo.
jenipapeiro traz na sua história uma contradição. Há quem diga se tratar de uma árvore doméstica, raramente encontrada no interior dos matos, uma árvore que “gosta de gente”. E há aqueles que temem sua proximidade, acreditando que a árvore guarda fantasmas, poderosos o bastante para impedir o crescimento dos rebanhos de gado.
Outros, ainda mais céticos e práticos, têm uma razão diferente para não indicar o plantio dojenipapeiro próximo às casas: quando maduros, os frutos de pouco mais de 10 cm de diâmetro caem do alto dos 15 metros da árvore com força suficiente para destruir telhas ou mesmo atravessar telhados.
Porém, o jenipapo oferece diversas compensações para esses melefícios eventuais. Além de ser largamente empregado na produção artesanal de xarope para tosse (conhecido no Nordeste pelo nome de “lambedor“) e da crença de que dá energia aos homens e maior poder de atração às mulheres, ojenipapo por si só, maduro ou verde, é muito apreciado pelas populações das regiões onde ocorre. Tanto na Amazônia, de onde é originário, como no Nordeste Centro-Oeste, por onde se espalhou.
Atualmente o jenipapo está muito difundido, sendo encontrado com frequência por toda a América tropical e em outras regiões do planeta de clima semelhantecultivado ou espontâneo.
Quando maduro, a polpa do jenipapo, simultaneamente adocicadaazeda, pode ser utilizada em refrescossucosvinhos,vitaminascompotas doces cristalizados. Cozinhando-se ojenipapo e adicionando cachaça mel, obtém-se um saboroso eapreciado licor. A polpa do jenipapo, cortada em pedaços e amassada, misturada com açúcar e deixada por algumas horasresfriando em geladeira, transforma-se na famosa jenipapada. Afruta também é comida diretamente com açúcar ou frita na manteiga e condimentada com açúcar ecanela.
Quando verde, no entanto, o fruto tem uso bem distinto. A polpaoferece um líquido a princípio transparente que, em contato com o ar, oxida-se e ganha uma coloração entre azul-escura e preta, tornando-se uma boa tinta. Essa tinta era utilizada pelos índiosdesde antes da chegada dos europeus na América, para fazerpinturas corporais e para adornar objetos em geral. No corpo, só desaparece depois de uma semana ou mais, espontaneamente. Namadeira, é praticamente irremovível. O nome jenipapo originou-se justamente dessa sua qualidade, derivando do tupi-guaraninhandipab” ou “jandipab“, que significa “fruto que serve para pintar“.
jenipapeiro, da família das Rubiáceas, ainda oferece madeira brancafina, de fácil manejo a faca e apropriada para esculturas tornos. A fruta, de fácil colheita farta durante quase todos os meses do ano, embora encontrada pelas feiras do Norte e Nordeste e utilizada artesanalmente na produção de tintas, não é produzida em escala comercial.
Pode-se reconhecer que o fruto do jenipapeiro está maduro por sua consistência coloração. O jenipapo torna-se mais agradável para o consumo ao natural quando amadurece amolece no ; sua casca enruga-se e adquire uma coloração avermelhada ouamarelada, diferente da cinzenta áspera do fruto verde.
Xarope de jenipapo contra bronquite
Cortar 3 jenipapos “de vez” em pedaços, adicionar um limão-galego com casca em pedaços e 2 litros de água. Deixar cozinhar por aproximadamente 40 minutos, deixar esfriar e adicionar mel. Adultos, ingerir uma colher (sopa) de 2 a 3 vezes por dia. Crianças, uma colher (chá) de 1 a 3 vezes por dia.