terça-feira, 2 de setembro de 2014

Os fieis da Sunnah





Anjem Choudary ( nascido 1967) é um irmão britânico sociais e político ativista .Anteriormente, ele foi um advogado e serviu como presidente da Sociedade de Advogados muçulmanos, e, até que ele foi proscrito, como o porta-voz da Islam4UK .










Com Omar Bakri Muhammad , ele ajudou a formar uma organização islâmica, al-Muhajiroun . O grupo organizou várias manifestações anti-ocidentais, incluindo uma marcha de protesto proibido em Londres para que Choudary foi citado para comparecer em tribunal. Al-Muhajiroun foi desfeito após a decisão do governo do Reino Unido para proibi-lo. Choudary esteve presente no lançamento do seu sucessor pretendido, Ahlus Sunna wal Jamaah , e mais tarde ajudou a formar Al Ghurabaa , que também foi proibido. Ele, então, tornou-se o porta-voz da Islam4UK.


(@anjemchoudary). 





recente alvo da imprensa marrom brasileira , a revista veja, incansável inimiga ferrenha do islam , traz na edição 2389-ano47-numero 36 de 3 de setembro de 2014, uma materia publicada com o titulo tendencialista ao islamofobismo chamada ( a cegueira da tolerância )onde o algoz da paz muçulmana incita ainda mais o odio aos muçulmanos no Brasil.
A revista se posiciona muitas vezes alinhada com alguns setores conservadores da direita política brasileira, o que a faz alvo de críticas por jornalistas como Luis Nassif em seção especial de seu blog e o próprio Mino Carta, em diversas edições de sua revista, CartaCapital , com tiragem menor do que a Veja, de 75 mil exemplares  . Ambos travam disputas judiciais com a revista e seus colunistas (em especial, Diogo Mainardi) em relação às acusações feitas por ambas as partes. Em agosto de 2010, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) concedeu ao Partido dos Trabalhadores (PT) direito de resposta a ser veiculado pela Veja. A decisão do TSE se deve à publicação da reportagem "Indio acertou no Alvo", sobre as declarações do deputado Índio da Costa acerca das supostas ligações entre o PT e asForças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC} e o narcotráfico. Sobre a concessão do direito de resposta, o ministro Hamilton Carvalhido afirmou que "há uma linha tênue que separa o legítimo direito de exercer a liberdade de imprensa e seus abusos".
A medida foi criticada por juristas como Miguel Reale JúniorIves Gandra MartinsPaulo BrossardOscar Vilhena Vieira e Carlos Velloso. Para Reale Júnior, "dizer a verdade não constitui crime se a intenção não é ofender mas narrar um fato - mesmo que esse fato venha em desfavor do prestígio social de uma entidade, como um partido político", enquanto para Ives Gandra a revista teria expressado sua opinião, "um direito seu", e teria feito "a análise de um fato, o que é legítimo dentro dos princípios da liberdade de imprensa." Para Brossard "os fatos publicados são de notoriedade incontroversa", "fatos públicos e graves" que teriam sido "noticiado fartamente"; já Vilhena Vieira afirmou que o caso "confirma uma tendência de restrição ao direito à informação e à liberdade de expressão no Brasil", e que Veja "tinha o direito de publicar a reportagem".



Para os três ministros que se opuseram ao direito de resposta, a matéria seria "essencialmente jornalística" e sua concessão do direito de resposta estaria em conflito com a liberdade de impresa e de expressão.
Já para a maioria dos ministros do TSE, a revista não se limitou a reportar os fatos, mas reforçou o argumento do deputado, julgado como ofensivo ao partido pelo próprio tribunal. Para Arnaldo Versiani, a reportagem, mais do que apenas reportar os fatos, enunciava juízos de valor.
 

http://www.contextolivre.com.br/2013/07/a-mentira-foi-desmascarada-o-lider-que.html


Ricardo Lewandowski, presidente do tribunal, afirmou que na reportagem "a revista entremeia fatos com insinuações."
 a revista CartaCapital publicou em sua capa a foto de Civita ao lado da frase O nosso Murdoch, com uma matéria inteira tratando da atuação da revista Veja na CPMI do Cachoeira, também gerando polêmica em toda a mídia. O colunista Mauricio Dias escreveu: "(...)Essa prática se mantém, mas sustentada muitas vezes em parceria criminosa e não em investigação jornalística. Certas reportagens de Veja nos põem diante de um caso assim. A informação chega à redação de mãos beijadas. No caso, as mãos de Carlinhos Cachoeira." Em outra coluna, ele também escreveu: "A revista Veja foi ao inferno e voltou queimada", frase repetida por outros colunistas também em seus blogs.
O presidente da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), Celso Schröder, afirmou que o episódio "é um momento muito vergonhoso para o jornalismo, de confusão entre o público e o privado, entre jornalismo e partido político". Schröder criticou a prática jornalística de Veja, afirmando que a revista busca "prejudicar um lado da notícia para beneficiar outro". Schröder disse não ver problemas no relacionamento entre jornalistas e fontes envolvidas com o crime organizado, mas sim na "falta de independência do jornalista em relação a essas fontes". Também condenou o que classificou de corporativismo dos veículos de imprensa em torno do tema, motivados, afirma, por "solidariedade empresarial" e "jornalismo capenga".

a muito tempo e veementemente a tem praticas de islamofobia.

REVISTA VEJA: SEMEANDO ÓDIO CONTRA O ISLAMISMO NO BRASIL

A revista "Veja" tem se pautado por uma trajetória sombria, fazendo de suas páginas semente do sectarismo religioso, que tenta plantar entre os brasileiros.   Abandona o pódio de grande veículo de comunicação assumindo a postura  panfletária de um mercador que vai á rua oferecer o medo e o terror como produto de ocasião para incautos transeuntes.    Com redações e textos "estéticos" maquiando a verdade com meias verdades e roteiros de filme americano a "Veja" tenta subir o gráfico de suas vendas enquanto desce a ladeira do descrédito embalada pela  imparcialidade jornalistica.   A apelação sensacionalista não mede consequências ao  mergulhar seus leitores  em medos imaginários a partir de fatos corriqueiros reais ou irreais estampando em sua capa folclóricos personagens típicos do cinema mudo,mas sem a sutileza e a graça  do grande mestre Charles Chaplin.
Uma delas foi a matéria publicada na edição nº 1870 com o título "Os Madraçais (sic) do MST"  que entre outras pérolas do jornalismo da desinformação  afirmava: "Assim como os internos muçulmanos,as escolas dos sem-terra ensinam o ódio e instigam a revolução contra os infiéis .  No caso os infiéis somos todos nós".     A frase revela o esforço de separar o mundo em dois grupos : "nós e os muçulmanos inimigos".   Com deplorável desonestidade intelectual "Veja" distorce a verdadeira natureza do islã e revela  desconhecimento do significado de palavra de origem árabe "madrassi", que traduzida para o português significa "escola". 
A matéria mirava no MST mas atirava no islamismo, dando como fato consumado, como verdade absoluta a suposta  belicosidade da religião islâmica que estaria contida na grade escolar.  De forma subliminar,  "veja" incentiva a desconfiança e o ódio contra o islamismo,  apresentando-o como ameaça aos não islâmicos no Brasil,  país eminentemente católico.   Os editores da revista "viajam na maionese" e patinam no ridículo ao afirmar que "O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra criou sua versão das madraçais - internatos religiosos muçulmanos em que crianças aprendem a recitar o Corão e dar a vida em nome do Islã."   De forma leviana e irresponsável "veja" dissemina para seus leitores ideia que escolas em países de maioria islâmica induzem suas crianças á prática de suicídio em nome de teses e conceitos religiosos, associando esta prática ao conteúdo do livro sagrado dos muçulmanos.  
leia mais em http://abdul-haikal.blogspot.com.br/2011/04/revista-veja-semeando-odio-contra-o.html


O jornalista Mino Carta escreve um editorial na Revista Carta Capital, onde é o diretor de redação, perguntando o que farão os “alpinistas” midiáticos de certa “imprensa” e seus respectivos “calunistas” caso dê a lógica e Dilma Rousseff se eleja a primeira mulher presidenta do Brasil.

e o faz na mesma semana em que a Revista Veja da Editora Abril é condenada a publicar direito de resposta ao PT por calúnia e ofensa criminosa aos seus filiados, nos acusando de narcotraficantes.

E pensar que o Mino Carta foi o fundador da Revista Veja no período em que a tal revista não era uma arma de ataque ou de ameaças para obter barganha de capital pelo Sr. Roberto Civita, dono daquela editora.
E pensar que um dia eu quase trabalhei lá !!! Não para escrever mas para trabalhar como Químico ( minha profissão ) em um pequeno laboratório que mantinham no seu parque gráfico. 


No final da década de 70 eu já trabalhava em outra empresa quando recebi o convite ( eu não os procurei ) através de um amigo para uma entrevista com um diretor de lá. Tudo acertado eu deveria então pedir demissão do outro emprego mas alertei que teria de cumprir aviso prévio. Cumpri o período legal voltei para a Editora Abril para assumir a minha função e pasmem: OS CARAS DERAM PRA TRÁS !!! Alegaram que não poderiam honrar o combinado por decisões superiores. Aprendi lá então que se tratava de uma gente “sem palavras” !!! Foi ruim mas foi bom.

 Não fosse esse episódio e eu não teria mais tarde ido trabalhar em uma subsidiária da Petrobrás QUE TEM HONRA e que muito honrou a minha carreira profissional.

Conto isso para provar o caráter daquela empresa e para tentar responder parte da questão formulada pelo Mino Carta e digo que:
- O Civita com a sua Editora vai pra onde estiver o dinheiro !!!
Capitalista de educação judáica não faria diferente. Faz isso desde que nasceu !!! A sua arma é a sua Revista Veja. É com ela que chantageia governos ao longo desses anos todos para vender os seus “livros didáticos” produzidos tanto pela Abril quanto pela Ática e a Scipione do mesmo grupo. MAS COM LULA E O PT A FARRA PAROU !!! Democratizaram-se as licitações no Ministério da Educação, quebrou-se o cartel !!! Podem até vender para o Governo Federal mas terão concorrência, coisa que não havia antes !!!
Lembram ? Foi a Revista Veja quem inventou o Collor como “Caçador de Marajás” para infernizar o Governo Sarney, a Globo veio depois. Collor ganhou e sei lá quanto custava os acertos mas sei que foi essa mesma revista que depois publicou a entrevista do irmão Pedro Collor que culminou no impechment daquele infeliz. Com FHC a revista era branda já que alguém convenceu o Civita que o que vendia na Europa eram revistas de extrema direita na mesma época do reinado neo liberal da Margareth Tatcher daí que a Veja iniciou a contratação de “calunistas” da laia de um Diogo Mainardi, que agora anuncia a sua fuga do país, de Augusto Nunes que logo deve ir morar junto e da aberração circense do tal de “Tio Rei” que mantém uma seita por lá monitorados pela tecla “ESC”: Escatológicos, Esquizofrênicos, “Esquinrédis”, Esquisitos, Esculachados, Escondidos no anonimato e o “Escambau” !!! Tentam com isso nos intimidar e fazer da Revista Veja uma arma de ataque ao gosto do seu dono. E só atacam o Governo Lula com tamanha violência porque têm o respaldo de tantos tucanos no Governo de São Paulo para lhes comprarem ainda os seus “livros” e publicações não tão didáticos assim.


Mas nesta semana aquela arma deixou de dar tiros sem levar o devido troco !!! Não poderão mais atacar como antes porque criou-se jurisprudência !!! A justiça garantirá sempre o direito de resposta para cada tiro que vier de lá !!! E como aquela tal arma foi superada por perder o fogo e a sua função predatória podemos afirmar que:
A REVISTA VEJA MORREU !!!
Para quem gosta de numerologia e de datas macabras, descobri que a primeira publicação da Veja ocorreu no dia 11 de Setembro de 1968. Somando-se os algarismos daquele ano, dá 24. A Veja morre agora no dia 11/08/2010, um mês antes de completar 42 anos, cuja soma, assim como aquela de 24 também dá 6!!! Que é o número da besta !!! E “vejam” que na morte, 11 + 8 + 20 + 10 = 49. cuja soma dá 13 !!!
Mas isso tudo é bobagem, o que importa mesmo é que quando o Mercadante assumir também o Governo do Estado de São Paulo, aí muda tudo e a resposta ao Mino Carta fica fácil:
Os “alpinistas” vão todos CANTAR PRA SUBIR !!!
Será um tempo novo sem sombras, ameaças e tiros !!!
Isso se antes aquela Editora que “ABRIL” não fechar !!!

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Just so ummah know

Por Theresa Silva
Depois de muitos anos de estudo da religião e chegar à conclusão de que o Islã era a única religião que faz sentido para a minha natureza e quem eu queria ser, aos olhos de Deus, me converti ao Islã. Minha vida mudou drasticamente. E mesmo que eu levei cerca de três anos para negociar esta decisão e pensar em todas as coisas na minha vida que eu iria deixar para trás e todas as coisas que gostaria de incorporar, eu não tinha idéia de quão diferente seria a minha vida. Eu não tinha idéia ... Eu compilei uma lista de (algumas) coisas que eu nunca esperava.

# 7 Eu não esperava amar vestir modestamente

Eu pensei que eu teria que me swaddle em horrivelmente, roupas não-criativa, a fim de observar hijab. Enquanto eu queria ter o luxo de estar no controle da minha sexualidade e somente mostrar minha beleza para as pessoas que eu escolhi, eu não queria desistir do meu estilo. Agora, não há nada de errado com olhar sem graça se isso é coisa sua, mas não é o meu. Eu estou apaixonada por cor, e eu sou uma menina muito criativa com um amor pela moda. Eu aprendi que eu não tenho que dar o meu estilo de assinatura só porque eu queria ser modesto. O recato não significa desistir de estilo. Fiquei muito feliz ao descobrir que.

# 6 Eu não esperava que houvesse tantas marcas diferentes do Islã

Eu não esperava que todo muçulmano que eu iria encontrar iria querer que eu assine a sua marca especial do Islã. Ele fica muito confuso para irmãos e irmãs que se convertem.Tudo que você tem a fazer é verificar, verificar, verificar. Saber! Seu! Fontes! A grande coisa sobre o Islã é que tudo está documentado e verificado. Eu aprendi isso da maneira mais difícil. Quando eu me converti em primeiro lugar, eu pensei todo muçulmano sabia melhor do que eu. E principalmente que eles fizeram, mas também há muçulmanos lá fora, que se sentem muito apaixonadamente sobre a marca do Islã seus pais cegamente tirou de seus pais, e assim por diante. Muçulmanos e não-muçulmanos - ir à fonte e pedir a seus muçulmanos simpático bairro para verificar os fatos "islâmicos" eles estão tentando vender. Se eles se tornarem chateado com esse pedido, a pé. Eles têm um problema com o orgulho.

# 5 Eu não esperava economizar muito tempo não lutam diariamente com o meu cabelo

Antes do Islã, eu iria gastar cerca de 5 horas no total aliciamento minha juba em uma base semanal. Durante o período de usar hijab de 12 anos, dediquei talvez apenas uma hora por semana para fazer meu cabelo ficar bonita para o marido (ok, talvez por isso mais como 30 minutos, hubby- Desculpa). Tenho guardado cerca de 4000 anos a tempo o cuidado do cabelo sozinho. (Eu sou bom em matemática!). Já para não falar de toda deixando de lado o extenso programa de maquiagem. Isso é incrível!

# 4 Eu não esperava ser esperado para mudar o meu nome

Eu tenho um nome perfeitamente bem, obrigado. "Theresa." Isso significa que a pessoa que colhe o que semeia. Quanto mais "muçulmano" você consegue? By the way, The Sahabah não mudaram seus nomes quando eles convertidos. Seus nomes se tornaram nomes muçulmanos, e assim fiz o meu, e por isso pode o seu.

# 3 Eu não esperava atendimento a tomar

shutterstock_167929001Eu estava à espera de ser parte de uma comunidade. Como parte da maioria no meu país, a comunidade não era algo que eu estava acostumado. O que eu não esperava era que a minha presença naquela comunidade seriam monitorados, interrogados e examinados. Onde você estava Jumuah passada?Por que não estava nas aulas todas as noites e as manhãs? Por que você não vem para o evento especial Eid? Todos os bem-intencionados, mas o que eles não entendem é que eu sou um lobo solitário. No entanto, eu aprendi que se você quer que as pessoas gostem de você e desejamos a sua presença, não vá, ou pelo menos ser indiferente a aparecer.

# 2 Eu não acho que seria esperado para ser um especialista em política do Oriente Médio

Eu não estava e eu ainda não sou, e não tem nenhum desejo de se tornar uma coisa dessas. E provavelmente nem você. Ter opiniões fortes não faz de ninguém um especialista, só para você saber.

# 1 Eu não esperava ser amado

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Eu não esperava que perfeitos estranhos em cada cidade pequena e grande cidade que visito seria imediatamente me ama só porque nós compartilhamos um amor de Deus. E eu não esperava sentir-se da mesma forma para eles.